sexta-feira, 21 de março de 2014

No dia 21 de Março de 1960, ocorria na cidade de Sharpeville o pior massacre por questões raciais.

No dia 21 de Março de 1960, ocorreu na cidade de Sharpeville, na província de Gauteng, na África do Sul, um protesto, realizado pelo Congresso Pan-Africano (PAC). O protesto pregava contra a Lei do Passe, que obrigava os negros da África do Sul a usarem uma caderneta onde estava escrito onde eles podiam ir. Cerca de cinco mil manifestantes reuniram-se em Sharpeville, uma cidade negra nos arredores de Johannesburg, e marcharam calmamente, num protesto pacífico. A polícia sul-africana conteve o protesto com rajadas de metralhadora. Morreram 69 pessoas, e cerca de 180 ficaram feridas. Após esse dia, a opinião pública mundial focou sua atenção pela primeira vez na questão do apartheid. No dia 21 de Novembro de 1969, a ONU implementou o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, que passou a ser comemorado todo dia 21 de Março, a partir do ano seguinte. HOMENAGEIO AQUI O CIDADÃO NEGRO QUE MAIS VIVEU EM ALTANEIRA - SEU CHICO PRETO. O MUNDO HOJE JÁ TEM MAIOR CONSCIÊNCIA E RESPEITO COM A PESSOA NEGRA. VER FOTOS DE NEGROS QUE EXERCERAM GRANDE IMPORTÂNCIA NO MUNDO. E FOTOS DAQUELE TRISTE MASSACRE.
(wikipedia/google)

2° DIA DE PARALIZAÇÃO DOS PROFESSORES DE ALTANEIRA E A REPERCUSSÃO

O 2° dia de paralização do movimento dos professores da escola estadual Santa Tereza e seguimentos das escolas municipais e a diretoria do SINSEMA ocorreu dentro da normalidade. Após concentração na sede do sindicato, os manifestantes seguiram para frente da escola 18 de Dezembro com faixa, apitos e cartazes, para chamar a atenção da população e de toda a categoria e daqueles que estavam motivados a não participar das reivindicações da pauta local e nacional. Depois seguiram para a Câmara Municipal onde foi usado o espaço na tribuna por representação da escola do estado, do município e do sindicato dos servidores municipais. A motivação da paralização se deu pelo chamado da CNTE desde o mês de dezembro último, com vasta pauta de reivindicações a nível de todo Brasil. Dentre as principais cito o repasse de 10% do PIB para a educação, reformulação dos cálculos do piso, reajuste de 8,32% imediatamente, e riquezas vindas de royaltes do petróleo para a educação, etc. Pauta com reivindicação local esteve também presente contra portaria municipal 579/2013, e críticas da inibição dos professores para não participar do movimento. Antes uma série requerimentos foram colocadas em votação e quase todos aprovados por unanimidade pelos vereadores pedindo construção de melhorias nas escolas municipais. No expediente livre o debate em torno do teor dessas melhorias na educação tomaram o clima de toda a sessão. Os quatro vereadores que também são professores defenderam suas posições e apoio ao movimento de greve de 2 dias dizendo o tempo todo que não se trava de defender posição política naquele momento, mas defender sua profissão de educador. No dia de ontem,(20/03)o secretário de educação e professor da escola do Santa Tereza, e ex-presidente do SINSEMA vereador Deza concedeu entrevista na rádio comunitária no Jornal do Meio dia o Notícias em Destaque onde abordou o assunto da paralização nos dias 17 e 18 de março. Quero deixar claro que respeito a posição, e opinião do secretário de educação Cladovino Soares. Em sua fala o secretario trouxe uma argumentação enfatizando os pontos negativos da paralização onde destaca todos eles durante todo o tempo. O secretário desqualifica a competência da diretoria do sindicato e não reconhece a autonomia de "alguns" professores da escola estadual para fazer o movimento. Para justificar que não apoia a greve dos professores, o apelo para vincular que o sindicato, os professores da escola Santa Tereza e os professores da escola 18 de Dezembro paralizaram 2 dias de aula com uma pauta eivada de conotação partidária. Diante das variadas perguntas feitas pelos locutores da rádio Francilene Oliveira e João Alves sobre o ponto de vista sobre a greve, a importância das reivindicações para a educação, porque ser contra e qual a real opinião do secretário sobre os fatos ocorridos nos dois dias de paralização, ele elencou da seguinte forma: Ele é contrário: O movimento perde notoriedade por ter havido tais problemas. Vou colocar conforme o que está gravado. 1 - O movimento não foi organizado; 2 - Não cumpriu ativamente a pauta nacional; 3 - a mobilização Não ocorreu de forma integral; 4 - Porque repor aula é um processo complicado; 5 - Não houve uma articulação preparada; 6 - Porque professor com mandato de vereador ficou o tempo todo com microfone na mão; 7 - O município não parou porque colocou professor para substituir os manifestantes - não houve perca de aula; 8 - Porque é um direito do professor optar por não aderir a paralização; 9 - Tem a obrigação de que a educação do município tem que prevalecer; 10 - Porque o movimento não acatou a proposta da SME(secretaria de educação); 10 - Porque se prenderam mais a problemas da educação em nível local; 11 - Porque repudia a atitude como aconteceu... 12 - Porque ao inves de discutir uma pauta de nível nacional foi discutir a construção de (banheiro, muro) em escolas: isso é deprimente; 13 - Parabeniza o posicionamento dos professores que entendem que repor aula um processo complicado. (FOTOS DO 2° DIA DE GREVE) (Fotos do movimento)1° DIA (17/03)

segunda-feira, 17 de março de 2014

PROFESSORES DE ALTANEIRA PARALIZAM 2 DIAS COM O BRASIL

Altaneira está entre os poucos municípios do Ceará que resolveu paralizar 2 dias de aula. Cerca de 30 dos 75 professores efetivos assinaram uma consulta feita pela secretaria de educação do município. Ao todo, 97 pessoas entre ela os núcleos gestores das escolas, comissionados e temporários assinaram por não contrariar a SME mas sim, trabalhar normalmente durante a paralização. Mesmo apoiando os professores que queriam se juntar aos professores do estado, o sindicato está sendo duramente criticado por setores que não concordam com a paralização. No dia de hoje (17) houve concentração no sindicato, caminhada pelas ruas até a rádio comunitáriaonde um professor da rede estadual e outro do municipio além da presidente do sindicato e diretores concederam entrevista ao Jornal do Meio dia. O movimento é motivado pela convocação da CNTE desde dezembro de 2013. Reivindicando 10% do PIB; Investimento dos Royaltes do petróleo para a educação; cumprimento da lei do Piso, carreira e jornada; reajuste de 8,32% para a categoria. (Fotos do movimento)1° DIA (17/03)