sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DONA DE CASA ASSASSINADA EM ALTANEIRA

POR VOLTA DE MEIO DIA DE HOJE A DONA DE CASA CONHECIDA COMO "NENA" FOI ESFAQUEADA NO LOCAL DE TRABALHO. ERA NA CASA ONDE TRABALHAVA COMO DOMESTICA. O CRIME OCORREU DENTRO DA PROPRIA RESIDENCIA. A CENA DO CRIME DENUNCIAVA O TAMANHO DA LUTA CORPORAL ENTRE A VITIMA E O AGRESSOR CONHECIDO POR "ANTONIO" ESPOSO DA VITIMA. O CASAL HAVIA MAIS DE 6 MESES QUE VINHA PASSANDO DIFICULDADES NO RELACIONAMENTO QUE DEIXOU UM FILHO DE 12 ANOS DE IDADE. FAMILIARES NO LOCAL RELATARAM QUE A MESMA ESTAVA GRÁVIDA DE DOIS MESES. O CORPO AGUARDA O TRABALHO DO IML, E SE ENCONTRA NA RUA AO LADO DA RESIDENCIA, POIS A VITIMA TOMBOU SEM VIDA QUANDO EMPREENDIA FUGA. JÁ O AGRESSOR, APÓS O CRIME DIRIGIU-SE A POLÍCIA E SE ENTREGOU. ESTÁ DETIDO NO XADREZ LOCAL DE ALTANEIRA.

(Foto: (Evantuil)

GRANDE QUANTIDADE DE POPULARES CERCAM O LOCAL, QUE ESTÁ SEM PRESERVAÇÃO POLICIAL. A TODO INSTANTE POPULARES CURIOSOS DESCOBREM O CORPO. O MUNICIPIO NÃO RENOVOU A CONTRATAÇÃO DO PRO-CIDADANIA, QUE NESSAS HORAS SERVIA A POPULAÇÃO UM TRABALHO QUE MUITAS VEZES A POLICIA MILITAR NÃO DÁ CONTA.
O MECANISMO DE COMBATE A VIOLENCIA DOMÉSTICA É A LEI MARIA DA PENHA




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
OS NUMEROS DA VIOLENCIA:
'Violência doméstica' é a violência, explícita ou velada, literalmente praticada dentro de casa ou no âmbito familiar, entre indivíduos unidos por parentesco civil (marido e mulher, sogra, padrasto) ou parentesco natural pai, mãe, filhos, irmãos etc.[1] Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, maus-tratos contra idosos, e violência contra a mulher e contra o homem geralmente nos processos de separação litigiosa além da violência sexual contra o parceiro.
Pode ser dividida em violência física — quando envolve agressão directa, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objectos e pertences do mesmo (patrimonial); violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaças, gestos e posturas agressivas, juridicamente produzindo danos morais; e violência sócio-económica, quando envolve o controle da vida social da vítima ou de seus recursos económicos. Também alguns consideram violência doméstica o abandono e a negligência quanto a crianças, parceiros ou idosos. Enquadradas na tipologia proposta por Dahlberg; Krug, [2] na categoria interpessoais, subdividindo-se quanto a natureza Física, Sexual, Psicológica ou de Privação e abandono. Afetando ainda a vida doméstica pode-se incluir da categoria autodirigida o comportamento suicida especialmente o suicídio ampliado (associado ao homicídio de familiares) e de comportamentos de auto-abuso especialmente se consideramos o contexto de causalidade. É mais frequente o uso do termo "violência doméstica" para indicar a violência contra parceiros, contra a esposa, contra o marido e filhos. A expressão substitui outras como "violência contra a mulher". Também existem as expressões "violência no relacionamento", "violência conjugal" e "violência intra-familiar".

Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Um estudo realizado em São Paulo [4] encontrou-se quanto à relação autor-vítima, que 1.496 (81,1%) agressões ocorreram entre casais, 213 (11,6%) entre pais/responsáveis e filhos, e 135 (7,3%) entre outros familiares. Esse mesmo estudo referindo-se acerca dos motivos da agressão, os chamados “desentendimentos domésticos” que se referem às discussões ligadas à convivência entre vítima e agressor (educação dos filhos; limpeza e organização da casa; divergência quanto à distribuição das tarefas domésticas) prevaleceram em todos os grupos, fato compreensível se for considerado que o lar foi o local de maior ocorrência das agressões. Para muitos autores, são os fatos corriqueiros e banais os responsáveis pela conversão de agressividade em agressão. Complementa ainda que o sentimento de posse do homem em relação à mulher e filhos, bem como a impunidade, são fatores que generalizam a violência.
Há quem afirme que em geral os homens que batem nas mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho. A cultura popular tanto propõe a proteção das mulheres (em mulher não se bate nem com uma flor) como estimula a agressão contra as mulheres (mulher gosta de apanhar) chegando a aceitar o homicídio destas em casos de adultério, em defesa da honra. Outra suposição é que a maioria dos casos de violência doméstica são classes financeiras mais baixas, a classe média e a alta também tem casos, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem e a sua família. Segundo Dias [5] o fenômeno ocorre em todas as classes porém mais visíveis entre os indivíduos com fracos recursos econômicos.